Então na Sexta-feira passada, aqui o Daniel teve a visita de duas amigas para ver uns filmezitos lá por casa e depois à noite uma ida à Feira. Tudo correu pelo bem, até o jantar que fui eu a fazer uma lasanha que, aqui entre nós e sem querer me gabar, estava mesmo boa!
Prontos para ir para a feira, e como gosto de andar com pouca coisa nas mãos e muito menos nos bolsos, toca de enfiar tudo na carteirinh,a que uso para por os trocos e andar com as chaves de casa atreladas, os documentos mais importantes. Documentos esses: O B.I., a Carta de Condução e o cartão multibanco. Juntamente com isto estava uns míseros trocos para andar num carrocel.
A ocorrência foi a seguinte: O Daniel, ser extremamente inteligente, entra no carro da irmãzinha linda para o lugar do pendura e mete a dita carteira ao colo. Até aqui tudo bem, mas depois tive de mudar para trás para uma amiga da minha irmã ir à frente. Aqui é que caldo ficou entornado!
Chegado ao recinto da feira, vamos cada um para o seu lado, a irmã para o concerto, o Daniel vai fazer o circuito da barraquinha dos monhés! Até que meto ao bolso e.... AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH! *DANIEL A GRITAR QUE NEM UM LOUCO PELA CARTEIRA ENQUANTO A ARRANCA OS CABELOS (que não é nada pequeno) E A GRITAR QUE NEM UM LOUCO PELA CARTEIRA E CHORA DESALMADAMENTE* (Mentira!) Eu nestes casos sou muito impávido e sereno, porque sei que não passa de um susto, (salvo raras excepções... aquelas que sei que não são sustos). Fiz o trajecto de volta até ao carro de olhos postos no chão, apontei a lanterna do telemóvel para as janelas do carro, e nada de carteira. Fui-me embora e fui à bomba de gasolina, onde eu saí do lugar do pendura... NADA! O pânico começa a instalar-se, comecei a fazer contas do dinheiro que ia gastar em renovar tudo, o sermão que os meus pais me iam dar, não que já não tivesse começado a ouvir boquinhas da parte da Maria, enfim uma tortura daquelas bem grandes.
Quando chego a casa recebo uma chamada, era a irmã, O MEDO, O HORROR, O PÂNICO...
'-DIZ-ME POR FAVOR QUE ENCONTRAS-TE SE NÃO A TUA MÃE DÁ-ME 200 FACADAS NO ABDÓMEN...
-Siiiim, Estava no carro junto ao travão de mão...'
Que alívio.... Uma tonelada saiu de cima das minhas costas!
Afinal de contas... Não passou de um susto.
A ocorrência foi a seguinte: O Daniel, ser extremamente inteligente, entra no carro da irmãzinha linda para o lugar do pendura e mete a dita carteira ao colo. Até aqui tudo bem, mas depois tive de mudar para trás para uma amiga da minha irmã ir à frente. Aqui é que caldo ficou entornado!
Chegado ao recinto da feira, vamos cada um para o seu lado, a irmã para o concerto, o Daniel vai fazer o circuito da barraquinha dos monhés! Até que meto ao bolso e.... AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH! *DANIEL A GRITAR QUE NEM UM LOUCO PELA CARTEIRA ENQUANTO A ARRANCA OS CABELOS (que não é nada pequeno) E A GRITAR QUE NEM UM LOUCO PELA CARTEIRA E CHORA DESALMADAMENTE* (Mentira!) Eu nestes casos sou muito impávido e sereno, porque sei que não passa de um susto, (salvo raras excepções... aquelas que sei que não são sustos). Fiz o trajecto de volta até ao carro de olhos postos no chão, apontei a lanterna do telemóvel para as janelas do carro, e nada de carteira. Fui-me embora e fui à bomba de gasolina, onde eu saí do lugar do pendura... NADA! O pânico começa a instalar-se, comecei a fazer contas do dinheiro que ia gastar em renovar tudo, o sermão que os meus pais me iam dar, não que já não tivesse começado a ouvir boquinhas da parte da Maria, enfim uma tortura daquelas bem grandes.
Quando chego a casa recebo uma chamada, era a irmã, O MEDO, O HORROR, O PÂNICO...
'-DIZ-ME POR FAVOR QUE ENCONTRAS-TE SE NÃO A TUA MÃE DÁ-ME 200 FACADAS NO ABDÓMEN...
-Siiiim, Estava no carro junto ao travão de mão...'
Que alívio.... Uma tonelada saiu de cima das minhas costas!
Afinal de contas... Não passou de um susto.
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